14/07/2011

JÁ CHEGA PÁ !!!!

Portugal passou a lixo, segundo a Moody’s. Sobre esta novidade, e com uma expressão bem Portuguesa, eu "já cá se me começa a rebentar os "petos" com "lete", ou seja, tambem eu tenho vontade de dizer a estes senhores, que ainda eles nem sonhavam sequer andar nas "bolinhas" dos respectivos paizinhos, já nós eramos uma Nação ! Uma Nação forte e determinada, feita de Homens e Mulheres de coragem, que levaram a nossa cultura Alem-Mar, que descobriram os territórios onde todos eles agora assentam os seus delicados traseiros, e ganham milhões, a nos porem no "lixo". 

Certo, temos crise, certo todos estamos no mesmo barco,mas comparar uma Nação como Portugal, a "lixo", só para fazer subir interesses Dolar, ora sinceramente meus senhores , Deus queira que um dia destes não fiquem sem olfacto, de tanto cheirarem a vossa própria porcaria!!

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O texto que se segue é da autoria do Jornalista Tiago Mesquita

Em www.expresso.pt, do dia 8/07/2011 

Nível da Moody´s desce de ranho para escarro

www.expresso.pt
Há muito que pensava fazê-lo mas andei, conscientemente, a protelar a decisão com pena desta agência. Sei que passam dificuldades e em alturas de aperto há que ter piedade destas almas que tudo estão a fazer para segurar o barco e que tão bem fazem à economia mundial (em especial no que respeita à zona euro). São amigos e nestas ocasiões quase sempre o coração tolda a razão. Contudo, e após os últimos desenvolvimentos: "agência Moody's cortou o rating de Portugal em quatro níveis, de Baa1 para Ba2, considerado "lixo" e com perspetivas de revisão futura negativa" que o Expresso noticiou perdi definitivamente a paciência.
A dúvida que restava era se a descida se verificaria de ranho para vómito ou directamente para esgoto. Nem uma coisa nem outra. Fiquemo-nos pelo escarro. Daqueles que vêm lá do fundo, acompanhados do barulho gutural e arrepiante, ritual tradicional no cimo dos andaimes de uma qualquer obra. Olhamos para cima e vemos uma coisa esverdeada a descer a uma velocidade vertiginosa até atingir o chão. O solo estremece ao sentir o impacto. É nestas alturas, quando ouço a cuspidela, que gostava de ver a gravidade inverter-se e assistir à gosma a entrar directamente na boca de onde saiu ou quem sabe aterrar na fronha de quem a abriu, acompanhada de um bilhetinho a dizer: "e se deixasses de ser carroceiro?" O mesmo gostaria que acontecesse à Moodys´s - mas com o bilhetinho: "E se deixassem de ser cretinos?"
Mas adiante. Isto foi só um aparte para perceberem o meu sentimento pelo escarro - nobre arte tipicamente portuguesa, e pela Moody´s - tipicamente empenhada em destruir a credibilidade do nosso país e suas instituições, em conjunto com as outras duas agências de alterne financeiro, e que é a partir de hoje oficialmente uma agência de nível escarro, com uma descida de Baa1 para Bai2 pró3 C4... e por aí fora.
 Uma pergunta para os arautos da economia, esses génios que todo o santo dia nos entopem com dissertações quase sempre indecifráveis: estamos a fazer o quê na zona euro? O que fazemos nós agrafados a este tipo de agências de notação financeira? Não estaríamos muito melhor sem elas ou com uma europeia? Que venha novamente o escudo, o tostão, o berlinde ou outra porcaria qualquer para eu ir comprar bolachas e cheerios. Portugal não precisa disto para nada. Continuamos impávidos e serenos a aturar agências que trabalham a soldo dos americanos numa guerra estúpida entre moedas. Os elos mais fracos são Portugal e Grécia e é por aí que estes nojentos atacam. Nós somos, e parece que gostamos de ser, o lixo. Mas atenção! Não somos um lixo qualquer. Somos o lixo europeu. E isso não é para qualquer um. Viva o lixo. Viva Portugal.

                                Essa Agência Americana! (hino Anti-Moody's)


Mas........ há sempre uma solução para tudo,e a minha é esta,







09/01/2011

O regresso de Eunice Muñoz!


Teatro: O regresso de Eunice Muñoz!

O Ano do Pensamento Mágico é o título da peça encenada por Diogo Infante e que marca o regresso de Eunice Munõz aos palcos.
Assinalando o regresso aos palcos de Eunice Muñoz já estreou na Sala Garrett do Teatro Nacional Dona Maria II, a peça O Ano do Pensamento Mágico .
Encenada por Diogo Infante, Eunice Munõz regressa com um exigente monólogo baseado nas memórias de Joan Didion que depois de visitar a filha, internada com uma infecção generalizada, perde o marido durante o jantar, vítima de um ataque cardíaco.
Dirigida a maiores de 12 anos, O Ano do Pensamento Mágico tem cerca de uma hora e dez minutos de duração, sem intervalo. A encenação é de Diogo Infante e a música de João Gil.
Para assinalar o regresso aos palco, precisamente, onde se estreou há 68 anos, é tambem inaugurada a exposição Eunice Muñoz - Retrato(s) de uma Actriz.

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Uma peça de JOAN DIDION baseada nas suas memórias
Tradução PEDRO GORMAN

Encenação -  DIOGO INFANTE
Cenografia e figurino -  CATARINA AMARO
Desenho de luz -  MIGUEL SEABRA
Música original -  JOÃO GIL interpretada ao Piano por RUBEN ALVES
Vídeo -  PEDRO MACEDO
Cabelo - MARINA CRUZ
Com - EUNICE MUÑOZ
Assistente de encenação - LÍDIA MUÑOZ
Assistente pessoal de Eunice Muñoz - RITA SIMÕES
Maquilhagem - JOANA ISFER
Direcção de cena - PEDRO LEITE
Ponto - CRISTINA VIDAL
Operador de som -  SÉRGIO HENRIQUES
Operador de luz -  FELICIANO BRANCO
Maquinistas -  MARCO RIBEIRO, PAULO BRITO, RUI CARVALHEIRA
Produção -  TNDM II

A coragem de Tição - Luis Represas



Luís Represas aventurou-se na escrita de um livro infanto-juvenil. “A Coragem de Tição” surgiu da reunião de dois factores “essenciais” – a “paixão” pelo mar e pelos cavalos. Numa “era de desresponsabilização”, o fundador dos Trovante pretende, com esta história, transmitir uma série de valores “que se estão a perder”.

Daniel Pinto Lopes
Jornalista

No imediato não se recorda de como lhe surgiu a ideia de escrever um livro. Após uma pequena reflexão conclui ter-se tratado da junção de dois elementos – a sua “paixão” pelo mar e pelos cavalos.

Sentou-se ao computador e, “sem saber porquê”, começou a escrever. “Não tinha objectivos concretos”, refere o músico ao Expressões Lusitanas. À medida que foi redigindo, a narrativa tomou “algumas características de um livro infanto-juvenil”. Ao mesmo tempo, Luís Represas pretendia que a história fosse “transversal”, permitindo aos pais ter “algum prazer” quando estão a contar aos filhos.

Tição é um cavalo-marinho preto e o protagonista da trama. “É uma criança com todas as suas características”, tais como “a necessidade de arriscar”, “explorar o desconhecido” e o “prazer da aventura”, factores que desencadeiam a “desobediência” e a “prevaricação”. “Todas as crianças e adolescentes têm esta necessidade”, acrescenta Luís Represas.

O livro tem uma série de valores “à mão de semear”, mas não de uma forma “impositiva”. “Estão lá para quem os quiser agarrar e tratam-se de valores que se estão a perder”, considera. A solidariedade, honestidade, cumplicidade, o reconhecimento do erro, a responsabilidade e a responsabilização, o amor e a paixão são alguns deles.

“O grande acto de coragem de Tição é o reconhecimento do erro e das suas fraquezas perante todos e a sociedade, através da sua auto-crítica. Espero que esta lição passe para quem lê. Estamos numa era em que a desresponsabilização é crescente e esses valores são cada vez mais inexistentes”, assevera Luís Represas.

Escrever um livro é um “exercício completamente diferente”, sobretudo para quem está habituado a redigir histórias “condensadas em três minutos numa canção” durante 30 anos de carreira no mundo da música.

Para já, Luís Represas não consegue garantir se esta é uma experiência única ou para continuar. “Vamos ver. Há tanto caminho para andar e tantas coisas para fazer. Tudo pode acontecer”, disse.

“A Coragem de Tição” conta com as ilustrações de Catarina França e foi lançado pela Dom Quixote.

publicado por Expressões Lusitanas




03/01/2011

A Minha MENINA DE OIRO - Mariza - Fado Tradicional



O mais recente trabalho de Mariza - Fado Tradicional