Portugal passou a lixo, segundo a Moody’s. Sobre esta novidade, e com uma expressão bem Portuguesa, eu "já cá se me começa a rebentar os "petos" com "lete", ou seja, tambem eu tenho vontade de dizer a estes senhores, que ainda eles nem sonhavam sequer andar nas "bolinhas" dos respectivos paizinhos, já nós eramos uma Nação ! Uma Nação forte e determinada, feita de Homens e Mulheres de coragem, que levaram a nossa cultura Alem-Mar, que descobriram os territórios onde todos eles agora assentam os seus delicados traseiros, e ganham milhões, a nos porem no "lixo".
Certo, temos crise, certo todos estamos no mesmo barco,mas comparar uma Nação como Portugal, a "lixo", só para fazer subir interesses Dolar, ora sinceramente meus senhores , Deus queira que um dia destes não fiquem sem olfacto, de tanto cheirarem a vossa própria porcaria!!
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O texto que se segue é da autoria do Jornalista Tiago Mesquita
Em www.expresso.pt, do dia 8/07/2011
Nível da Moody´s desce de ranho para escarro
www.expresso.pt
Há muito que pensava fazê-lo mas andei, conscientemente, a protelar a decisão com pena desta agência. Sei que passam dificuldades e em alturas de aperto há que ter piedade destas almas que tudo estão a fazer para segurar o barco e que tão bem fazem à economia mundial (em especial no que respeita à zona euro). São amigos e nestas ocasiões quase sempre o coração tolda a razão. Contudo, e após os últimos desenvolvimentos: "agência Moody's cortou o rating de Portugal em quatro níveis, de Baa1 para Ba2, considerado "lixo" e com perspetivas de revisão futura negativa" que o Expresso noticiou perdi definitivamente a paciência.
A dúvida que restava era se a descida se verificaria de ranho para vómito ou directamente para esgoto. Nem uma coisa nem outra. Fiquemo-nos pelo escarro. Daqueles que vêm lá do fundo, acompanhados do barulho gutural e arrepiante, ritual tradicional no cimo dos andaimes de uma qualquer obra. Olhamos para cima e vemos uma coisa esverdeada a descer a uma velocidade vertiginosa até atingir o chão. O solo estremece ao sentir o impacto. É nestas alturas, quando ouço a cuspidela, que gostava de ver a gravidade inverter-se e assistir à gosma a entrar directamente na boca de onde saiu ou quem sabe aterrar na fronha de quem a abriu, acompanhada de um bilhetinho a dizer: "e se deixasses de ser carroceiro?" O mesmo gostaria que acontecesse à Moodys´s - mas com o bilhetinho: "E se deixassem de ser cretinos?"
Mas adiante. Isto foi só um aparte para perceberem o meu sentimento pelo escarro - nobre arte tipicamente portuguesa, e pela Moody´s - tipicamente empenhada em destruir a credibilidade do nosso país e suas instituições, em conjunto com as outras duas agências de alterne financeiro, e que é a partir de hoje oficialmente uma agência de nível escarro, com uma descida de Baa1 para Bai2 pró3 C4... e por aí fora.
Uma pergunta para os arautos da economia, esses génios que todo o santo dia nos entopem com dissertações quase sempre indecifráveis: estamos a fazer o quê na zona euro? O que fazemos nós agrafados a este tipo de agências de notação financeira? Não estaríamos muito melhor sem elas ou com uma europeia? Que venha novamente o escudo, o tostão, o berlinde ou outra porcaria qualquer para eu ir comprar bolachas e cheerios. Portugal não precisa disto para nada. Continuamos impávidos e serenos a aturar agências que trabalham a soldo dos americanos numa guerra estúpida entre moedas. Os elos mais fracos são Portugal e Grécia e é por aí que estes nojentos atacam. Nós somos, e parece que gostamos de ser, o lixo. Mas atenção! Não somos um lixo qualquer. Somos o lixo europeu. E isso não é para qualquer um. Viva o lixo. Viva Portugal.
Mas........ há sempre uma solução para tudo,e a minha é esta,

